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Empresas de P&D se unem para formatar projetos smart para pequenos municípios

Mais de quarenta empresas reunidas em uma grande mesa-redonda, compartilhando cases e formatando projetos para apresentar aos pequenos municípios brasileiros. Este grande fórum tem acontecido mensalmente, na sede de cada uma das empresas associadas à P&D Brasil (Associação de Empresas do Setor Eletroeletrônico de Base Tecnológica Nacional). O objetivo é desenvolver soluções tecnológicas e equipamentos nacionais em benefício da gestão pública.
Nesta terça-feira, 22 de novembro, o grupo de empresários esteve reunido em Curitiba, na sede do  ICI (Instituto das Cidades Inteligentes) – um dos membros da Associação. Rosilda Prates, diretora executiva da P&D Brasil, explicou a estratégia do programa à reportagem do Instituto Smart City Business America: “Nosso objetivo é fazer um mapeamento de soluções e customizar quais são as soluções ideais para cada município.”
O projeto foi batizado de Câmara Temática CIDHADE 2020. O H a mais na palavra “CIDHADE” é intencional: o grupo pretende usar as variáveis que formam o IDH (educação, saúde e renda) para medir o impacto das soluções nos municípios que as adotarem.
“Mobilizamos nossos 42 associados a conhecermos o case um dos outros. Temos empresas de vários segmentos, portanto com visões diferentes que podem ser complementares para criar uma solução integrada”, destaca Rosilda. A P&D Brasil congrega empresas que invistam ao menos 15% do faturamento em Pesquisa & Desenvolvimento. Segundo a diretora executiva, são empresas maduras, com média de 25 anos de mercado.

Melhoria nas variáveis do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) Foto: Manoel Lau Martins/ICI
Melhoria nas variáveis do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)
Foto: Manoel Lau Martins/ICI

Prefeitos
Além de desenvolver os projetos, o grupo também entende como fundamental o trabalho de comunicação com os prefeitos. “Os gestores públicos tem ampliado sua visão, inclusive nos pequenos municípios. Esperamos uma transformação para o próximo período, que com certeza se refletirá para a melhoria da sociedade”, almeja Rosilda.

Para Amilto Francisquevis, assessor de Mercado do ICI, a cultura de governança principal deve ser impactada pelas eleições e o cenário político municipal. “O ano de 2016 trouxe bastante dificuldade. E o processo eleitoral interfere diretamente com o que será implantado. Há dificuldades devido ao aparecimento de novos problemas, orçamentos mais enxutos e uma população que está exigindo resultados. Mas a sociedade está consciente: cobrando transparência e sendo participativa”, destaca.

Fonte: smartcitybusiness.com.br

A Federação Goiana de Municípios (FGM) acredita que com o incentivo das empresas aos municípios de pequeno e médio porte podemos deslumbrar de grandes melhorias para a gestão publica e para a população com o desenvolvimento em tecnologias e equipamentos.

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