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FGM e CNM elaboram carta aberta ao Presidente da República

Publicado em 24/mar/2021


A Federação Goiana de Municípios (FGM), cumprindo seu papel representativo com o municipalismo goiano, une-se a Confederação Nacional de Municípios (CNM) para a elaboração de uma carta aberta ao Presidente da República, Jair Bolsonaro. Na posição das entidades, conclamamos ao Presidente que assuma de uma vez por todas o papel constitucional de coordenação nacional no enfrentamento da Covid-19 no país, promovendo o alinhamento entre as esferas de governo e de poder.

Agora, na pior fase da pandemia, com resultados trágicos cuja dimensão social e econômica ainda é incalculável, o movimento municipalista reitera que a soma de esforços representa o único e inadiável caminho, no qual o papel de coordenação da União faz-se indispensável.

O Presidente Cunha destaca o posicionamento da FGM. “A Federação coloca-se sempre em defesa dos municípios. Não somos partidários, nosso posicionamento é sempre em levar progresso e exigir em todas as esferas, pontos que beneficiem o municipalismo. Nossa parceria com a CNM, evidência as exigências dos Entes goianos em todo cenário nacional. A elaboração da carta aberta é um demonstrativo dessa união”.

Carta Aberta  

Para as entidades, não cabe transferência de responsabilidades neste momento dramático. É urgente que todas as autoridades públicas de todos os Poderes, da União, dos Estados e dos Municípios, bem como a sociedade brasileira, trabalhem de forma harmônica e colaborativa. Esse alinhamento é o único caminho para frear o crescimento geométrico de casos diante de um sistema de saúde colapsado, com esgotamento estrutural e pessoal.

Por isso, a FGM e a CNM cobram ações emergenciais para o fomento à produção e à importação de neurobloqueadores e oxigênio, além de uma operação logística nacional para o monitoramento e o remanejamento desses insumos no território. Uma nação não pode aceitar cidadãos morrendo sufocados ou tendo que suportar dores indescritíveis decorrentes de intubação sem anestesia.

A FGM reiterou a posição das prefeitas e prefeitos, que fazem a sua parte e continuarão não medindo esforços para exercer seu papel de corresponsabilidade, mas precisam e clamam para que o presidente da República assuma, de forma inadiável, seu dever de coordenar a nação, respeitando a população, a ciência e a comunidade internacional com a humanidade e a empatia exigidas de um Chefe de Estado.

Para conferir a carta na íntegra:

Carta aberta ao Presidente da República 

Fonte: FGM e CNM 

 

 


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